O Exelon® adesivo transdérmico 9 mg (embalagem com 30 adesivos) é usado no tratamento de distúrbios de memória e demência em pacientes com doença de Alzheimer ou doença de Parkinson. Indicado para manejo dos sintomas cognitivos associados a essas condições, conforme bula.
Para que serve o Exelon
Exelon® é usado no tratamento de problemas de memória e demência em pacientes com doença de Alzheimer ou com demência associada à doença de Parkinson.
Disponível em cápsulas, solução oral e adesivo transdérmico, o medicamento ajuda a reduzir o declínio das funções cognitivas e das atividades do dia a dia nesses quadros.
Como usar o Exelon
Siga sempre a orientação do seu médico e não ultrapasse a dose prescrita. Informe seu cuidador sobre o tratamento e comunique se ficar mais de três dias sem usar o medicamento.
Para cápsulas e solução oral, a administração é duas vezes ao dia, habitualmente no café da manhã e no jantar; o tratamento começa com dose baixa e é aumentada gradualmente até a dose máxima de 6 mg duas vezes ao dia, conforme a resposta clínica.
A solução oral deve ser administrada com a seringa dosadora: encaixe a seringa, retire a dose prescrita, elimine bolhas e engula diretamente ou diluída em pouco líquido; limpe a seringa após o uso.
O adesivo transdérmico é aplicado um por vez, trocado a cada 24 horas. O início costuma ser com o patch de menor liberação, a dose diária habitual é a de liberação intermediária e, se tolerado, o médico pode aumentar para a maior. Aplique em pele limpa, seca e sem pelos (braço superior, peito ou costas), não repita o mesmo local por 14 dias, não corte o adesivo e remova o anterior antes de colocar o novo. Para remover resíduos use água morna e sabão ou óleo de bebê; dobre o adesivo usado com a face adesiva para dentro antes de descartar.
Como o Exelon funciona
Exelon® contém rivastigmina, um inibidor da colinesterase que aumenta a quantidade de acetilcolina no cérebro, um neurotransmissor importante para memória, aprendizado, compreensão e orientação.
Dessa forma, o medicamento ajuda a reduzir o ritmo do declínio cognitivo observado na doença de Alzheimer e na demência associada à doença de Parkinson. No caso do adesivo, concentrações plasmáticas são detectáveis entre 0,5 e 1 hora após a aplicação.
Contraindicações e advertências do Exelon
Você não deve usar Exelon® se for alérgico à rivastigmina ou a qualquer componente da fórmula, ou se já teve reação cutânea extensa relacionada ao adesivo que não melhorou em até 48 horas após a remoção.
Informe seu médico antes de usar se tiver histórico de náuseas, vômitos ou diarreia, batimentos cardíacos irregulares, úlcera gástrica ativa, obstrução urinária, convulsões, doença respiratória grave ou asma, tremores, baixo peso (<50 kg) ou problemas renais/hepáticos, pois pode ser necessário monitoramento mais frequente.
- Durante o tratamento, procure atendimento se ocorrer inflamação da pele, bolhas ou inchaço que se espalhem.
- Evite uso concomitante com outros agentes colinomiméticos, anticolinérgicos ou metoclopramida.
- Informe sobre betabloqueadores e anestésicos/relaxantes musculares antes de cirurgias, pois podem ocorrer efeitos aditivos (ex.: bradicardia).
- Exelon® pode causar tontura e sonolência; aguarde para saber como reage antes de dirigir ou operar máquinas.
- Em caso de gravidez, os benefícios e riscos devem ser avaliados; não amamente durante o tratamento.
Crianças e adolescentes não devem usar Exelon®. Pacientes com 65 anos ou mais podem usar, com monitorização conforme indicação médica.
Efeitos colaterais do Exelon (reações adversas)
Algumas pessoas podem apresentar efeitos indesejados, que são mais comuns no início do tratamento ou após aumento de dose. Informe seu médico se tiver reações persistentes ou graves.
Reações muito comuns (>10%): náusea, vômito, diarreia, tontura e perda de apetite.
Reações comuns (1–10%): agitação, confusão, pesadelos, ansiedade, dor de cabeça, sonolência, desconforto e dor abdominal, fraqueza, fadiga, sudorese excessiva, perda de peso e tremor.
Reações menos frequentes mas potencialmente sérias incluem depressão, desmaio, convulsões, dor no peito, infarto, úlceras gástricas, pancreatite, arritmias e hemorragia gastrointestinal. Há relatos de desidratação e alterações hepáticas; inflamação da pele e sintomas extrapiramidais também foram observados.
No uso do patch, são mais frequentes reações locais na pele (vermelhidão, coceira, irritação, inchaço) além de náusea e perda de apetite. Pacientes com demência associada à doença de Parkinson podem apresentar maior frequência de tremores, quedas, desidratação, piora dos sintomas parkinsonianos e problemas de postura/marcha.
Se ocorrer qualquer reação grave, pare o medicamento (ou remova o patch) e procure atendimento médico imediatamente.
Interações medicamentosas do Exelon
Informe sempre seu médico ou farmacêutico sobre todos os medicamentos que usa. Exelon® pode interagir com outras substâncias e aumentar efeitos adversos.
- Não administre com outros agentes colinomiméticos ou com medicamentos anticolinérgicos.
- Não combine com metoclopramida.
- Use com precaução junto a betabloqueadores, pois pode ocorrer bradicardia e risco de síncope.
- Se for submetido à cirurgia, informe sobre o uso de Exelon®, pois pode exacerbar efeitos de relaxantes musculares e anestésicos.
Não inicie ou interrompa medicamentos sem aviso médico; a combinação pode ser perigosa.
Exelon na gravidez e amamentação
Em caso de gravidez, o médico deve avaliar os benefícios do tratamento em relação aos possíveis riscos ao feto. Informe se está grávida, pretende engravidar ou se planeja gravidez.
Você não deve amamentar durante o tratamento com Exelon®; para o adesivo, também não é recomendado o uso durante a amamentação. Peça orientação ao seu médico ou farmacêutico antes de usar qualquer medicamento na gravidez ou amamentação.
Superdose e dose esquecida do Exelon
Se tiver tomado mais Exelon® do que o indicado, procure socorro médico imediatamente e leve a embalagem. Sintomas de superdose podem incluir náusea, vômito, diarreia, pressão alta, alucinações, batimento cardíaco lento e desmaios.
No caso de uso de mais de um adesivo, remova todos e informe seu médico; pode ser necessário atendimento.
Se esquecer uma dose de cápsula ou solução oral, aguarde e tome a próxima no horário habitual; não dobre a dose. Se esquecer de aplicar o patch, coloque um novo imediatamente e retome o esquema diário; nunca sobreponha dois adesivos para compensar uma aplicação esquecida.
Composição do Exelon
Exelon® contém a substância ativa rivastigmina em diferentes formas e concentrações, conforme a apresentação escolhida.
Cápsulas: há formulações com 1,5 mg, 3,0 mg, 4,5 mg e 6,0 mg de rivastigmina (equivalente por hemitartarato informado na embalagem), cada uma com excipientes como gel de sílica, hipromelose, estearato de magnésio, celulose microcristalina, óxidos de ferro e gelatina.
Solução oral: cada 1 mL contém rivastigmina equivalente a 2,0 mg (na forma de hemitartarato) e excipientes como benzoato de sódio, ácido cítrico, citrato de sódio, corante e água purificada.
Adesivo transdérmico: existe em versões que liberam 4,6 mg/24 h, 9,5 mg/24 h e 13,3 mg/24 h (conteúdo total de rivastigmina de 9 mg, 18 mg e 27 mg, respectivamente), com excipientes específicos do sistema adesivo.
Como guardar o Exelon
Conserve Exelon® em temperatura ambiente, entre 15 e 30 °C, na embalagem original e fora do alcance de crianças. Não use após a data de validade impressa na embalagem.
A solução oral deve ser mantida na posição vertical e não deve ser refrigerada nem congelada. Antes de usar, verifique o aspecto do produto.
Os adesivos devem permanecer na embalagem até o momento da aplicação; observe as características visuais e descarte conforme orientação, mantendo-os fora do alcance de crianças.
Dizeres legais
Registro MS: 1.0068.0099.025-5
MS – 1.0068.0099
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer – CRF-SP 18.150
Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90
São Paulo - SP
CNPJ: 56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira
Fabricado por: Siegfried Barbera S.L., Barberà del Vallès, Espanha.
® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 31/08/2021.
BPL 04.03.16
2015-PSB/GLC-0798-s
DIZERES LEGAIS (Solução Oral)
MS – 1.0068.0099
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer – CRF-SP 18.150
Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90
São Paulo - SP
CNPJ: 56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira
Fabricado por: Delpharm Huningue S.A.S., Huningue, França.
® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
BPL 04.03.16
2015-PSB/GLC-0798-s
DIZERES LEGAIS (Patch)
MS – 1.0068.0099
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer – CRF-SP 18.150
Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90
São Paulo - SP
CNPJ: 56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira
Fabricado por: LTS Lohmann Therapie-Systeme AG, Andernach, Alemanha
® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
BPL 04.03.16
2015-PSB/GLC-0799-s
Venda sob prescrição médica, com retenção da receita.
Sobre as informações desta página
As informações apresentadas nesta página são baseadas na bula oficial do medicamento, conforme atualização de 30/09/2021, e têm caráter exclusivamente informativo. Elas não substituem a bula que acompanha o produto nem a orientação de um médico ou farmacêutico.
Nunca se automedique. Consulte sempre um profissional de saúde para avaliação, diagnóstico e tratamento. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, fale com o farmacêutico responsável da Farmácias Nissei.
Medicamentos tarjados são vendidos somente mediante apresentação de receita médica, com retenção da receita quando exigido pela legislação.
As bulas podem ser atualizadas pela Anvisa a qualquer momento. Havendo divergência entre o conteúdo desta página e a bula que acompanha o produto, prevalece a bula em sua versão mais recente.